“Memorando” – por Carlírio Neto

Saudaçõcarcarcarlírioes, visitante do blog da Cooperação Criativa, o NUPO.

O post de hoje apresentará para você um conto viril. Tecnicamente, triste. E que faz uma curvatura com a realidade que cerca à todos neste planeta. Em pauta, um crime horrendo. Em xeque, a verdade sobre um homem ser culpado ou inocente de suas ações propriamente ditas. Saber como transcorrer sobre isto é difícil, mas certamente muitas questões podem aparecer à partir de tal leitura.

Com esta singela introdução você é oficialmente convidado à desbravar este pequeno conto chamado “Memorando”, um pequeno retrato da realidade e uma segmentação sobre como a mesma pode ser tratada.

“Memorando” – por: Carlírio Neto
formato: *pdf   /   tamanho: 100 KB   /   páginas: 2

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Tenha uma boa leitura.

Até a próxima!

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2 comentários sobre ““Memorando” – por Carlírio Neto

  1. Carlírio, é a primeira vez que comento aqui mas não a que leio os seus contos. Tenho que dizer que sua escrita é bem memorável, possui um estilo próprio e é fácil de identificar. Eu gosto disso. Você gosta do gênero de drama, né? A maioria dos seus contos gira em torno de temas desse gênero. Na verdade não sei dizer ao certo se há algum tema, o que mais vejo é uma visão dramática de algum evento. É um pouco romântico, e percebe-se a crítica às convenções por meio da questão moral sublinhada nos textos.

    Esse conto em específico você tocou em temas interessantes: culpa, arrependimento, esperança, racismo… mas não vi eles sendo trabalhados. Quero dizer, você descreveu a situação dramática mas não contou o que aconteceu. Não falo no sentido de narrar o que houve ou o que haverá, digo na questão de não ter uma resolução. Você apresentou o personagem, o inocente, o que está acontecendo a ele, e só. Soei até um pouco redundante agora, mas em suma é isso: falta uma conclusão.

    Ademais tem alguns erros de português que nada que umas três ou quatro revisões deixem passar.

    Responder
    • Saudações

      Tens razão, nobre. Gosto muito de trabalhar o gênero drama, muito embora eu tente me aprofundar em outros segmentos um pouco mais diversificados. Mas me apetece não apenas o drama em si, como também trabalhar a atualidade e a ficção menos aprofundada.

      Me considero romancista na arte literária e um crítico em potencial da sociedade atual, sobretudo em partes dos valores por tal administrado.

      Eu realmente imaginei que um erro ou outro escaparia, mesmo após ter revisto o conto por quatro vezes. Preciso trabalhar neste foco ainda mais.

      Quanto à conclusão, ela não inexiste, mas sim pode ser vista como incógnito e até minimalista. No caso em questão, o destino do rapaz já está traçado pelos corruptos ao seu redor, e o personagem prefere se entregar a tal abertamente. Utilizei do subterfúgio [conto] em si para dar apenas a dimensão a um problema, mas confesso que tal conto pode ser bem expandido ainda.

      Lhe agradeço por sua visita e pronto comentário.

      Até mais!

      Responder

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