“Charlie e Zuzu” – por Augusto Rodrigues

Saudações à carcarcarlíriotodos!

O NUPO se nega a ficar de braços cruzados, sendo que isto pode ser visto com extrema positividade. Não por menos, os trabalhos de toda a equipe continuam sendo apresentados com muito afinco e vontade. Obviamente, a qualidade e destreza de cada integrante não está em xeque, mas sim prontos para serem por ti apreciados e comentados, nobre visitante, com toda a humildade que merecem.

E sem fugir de tal escopo em propagação, o bom amigo Augusto Rodrigues trás para você mais uma obra singular de sua autoria. Trata-se de um conto ilustrado que não apenas mantém a sua conhecida e merecida marca registrada, como principalmente deixa em foco aquilo que o nobre autor gosta de enfatizar em suas estórias, transmitindo ideias que forçam o pensamento e que atingem, com veracidade, os sentimentos de quem as lê.

Com base neste breve prognóstico você é convidado à ler a obra “Charlie e Zuzu”. Tenha a certeza plena de uma coisa, visitante: se emocionar, com tal obra, é algo quase certeiro que venha à ocorrer. Tenha uma agradável leitura.

“Charlie e Zuzu: Amar é Amar. O Amor é Amar”, por Augusto Rodrigues
formato: *pdf   /   tamanho: 2.48MB   /   páginas: 14

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corvinhoAugusto Rodrigues diz:

Eu gosto de colocar estas temáticas bem trabalhadas e dosadas. Merecem atenção. E espero que você goste muito deste trabalho tão especial!

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Um comentário sobre ““Charlie e Zuzu” – por Augusto Rodrigues

  1. Nossa! Fiquei maravilhada, há tantos momentos de ternura permeando a relação da Zuzu com o Chórlie (hehehe) que é difícil não sentir o peito apertar quando ela se encontra numa situação que sabe como lidar, mas é curioso, porque quem mais aprende e é amparado ao conviver com ela é o próprio Charlie. Ele representa sua segurança e o calor humano que ela tanto necessitava. É como ela dizia: é tudo tão simples, basta estar juntos. Me tocou quando Zuzu diz que viu a mãe chorando, mas não sentiu borboletas no estômago. Que sensibilidade, parabéns. Há tantas implicações nessa simples frase, que nem precisou de longas voltas para explicar o obvio, de que há diferentes formas de amor. E Zuzu sentia e sabia disso, embora não compreendesse. Aliás, a Zuzu!! Que amorzinho!!! Pra mim, ela se tornou uma garotinha de verdade em minha mente. Tão espontânea. Enfim, não sei se essas palavras fazem algum sentido, mas saiba que amei Zuza e Charlie. Tanto que queria que fosse bem maior.

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