A 1ª parte do suave conto sobre Naty & Lana

carcarcarlírioSaudações para todos.

É a vez de minha pessoa se apresentar aqui no blog oficial do NUPO. Para quem não em conhece sou o Carlírio Neto, dono do blog NETOIN! e de outros três espaços na internet.  Blogando ativamente desde 2006, considero um imenso prazer fazer parte de uma equipe tão especial e unida como esta do NUPO.

Como participarei com várias histórias e contos, então nada é mais justo e correto do que começar meus trabalhos neste blog  com uma obra muito especial, feita sob um gênero no qual nunca imaginava que iria trabalhar.  Trata-se do shoujo-ai, dedicado a uma história de grande amizade entre duas garotas que até pode chegar a um relacionamento entre as mesmas, mas sem a existência do momento da atração carnal, por assim dizer.

A história que será apresentada para vocês chama-se “Naty & Lana: um conto de amizade e amor…”. A mesma se passa em solo brasileiro, em uma típica cidade interiorana e com uma ambientalização tão comum quanto se pode imaginar. Tal história será dividida em duas partes.

A primeira parte está sendo publicada hoje, aqui no NUPO. A parte que finaliza a história será postada na próxima quarta-feira. Um efeito proposital para “atiçar” a sua curiosidade quanto ao prosseguimento da história, visitante. mais abaixo você lerá os primeiros parágrafos desta história que poderá lhe chamar a atenção para algo muito interessante. Além disto, a amiga Manu muito colaborou com esta obra, fazendo duas artes muito especiais para a mesma, onde cada parte terá uma arte ao seu final.

Para ler toda a história, você poderá  fazer o download do arquivo em *pdf ou lê-lo online.

Desta forma, o convite lhe é feito.
Tenha uma ótima leitura, visitante!

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[Resumo introdutório da história]

Naty & Lana: um conto de amizade e amor…
por: Carlírio Gomes dos Santos Neto

Era um sábado pela manhã. A praça da cidade era um lugar muito atrativo naquele instante, sublime em sua quietude e belo em seu esplendor. Se os pássaros cantavam com muita vontade, ao estarem voando de uma árvore para a outra, as poucas pessoas que por ali andavam só faziam rir. Eram sorrisos de alegria e de contentamento.

Não era uma data em especial, nem nada disto. Possivelmente aquela tão simplória e carismática pracinha, típica daquelas cidades interioranas bem distantes dos grandes centros, era a responsável direta por tamanho sentimento que envolvia a todos que por ali andavam. Realmente, um cenário de muita paz e quietude, no qual todos podiam experimentar alguns momentos prazerosos de descanso, lazer e descontração.

Ao menos, esta era a ideia…

Uma jovem ali aparece com a sua bicicleta. Sem se tocar da felicidade que rodeia o lugar ela está lá, um pouco chateada e muito tristonha. Necessita de um afago, de palavras dóceis e de muito carinho. Está em busca de algo assim, visivelmente. Seus olhos estavam muito vermelhos, sinal de que havia acabado de chorar muito, muito embora ainda soluçava compulsivamente.

Como pode, em meio à tamanha beleza, uma jovem tão cheia de vida ficar ali chorando como se o amanhã não fosse existir? Pergunta difícil. Para quem olhava de longe, era alguém que precisava ficar sozinha, dar um tempo (como se diz por aí), esquecer do mundo externo por alguns instantes e recobrar as suas forças para seguir em frente. Como assim “seguir em frente”?

– [soluça] Não é possível, não acredito… Como fui fraca… Eu devia ter falado o que sentia… Por quê? Por quê não falei? POR QUÊ? [chora] – a jovem grita se põe à chorar, levando as mãos ao seu rosto

O barulho da bicicleta caindo ao chão não interrompe as lágrimas contagiantes que caem pelo rosto desta moça. Os pássaros continuam a cantar com muita força mas, em meio a tal cenário, o cântico entoado por estas aves soa mais como uma triste melodia de fundo. Parecia com aqueles filmes mais antigos, onde as cenas de grande tristeza eram envoltas por melodias orquestradas de grande poder emocional.

– [soluça] E agora? Nunca mais verei… Nunca mais… Como pode isso? – diz a moça, tentando enxugar o seu rosto com as mãos, já manchadas em tons de vermelho por causa das lágrimas que já teve que ajudar a limpar

Nisto chegou uma amiga dela. Estava com uma sacola de compras em suas mãos: pão, leite, alguns biscoitos, chocolate. Seria um ótimo café da tarde em sua casa, por sinal. Ela olhou de longe a outra jovem que tanto chora e, ao reconhecê-la, percebeu que o desjejum vespertino teria que esperar um pouco mais…

Ela se aproximou da outra jovem, fazendo barulhos propositais com a sacola no intuito de lhe chamar a atenção. Como não obteve a resposta que buscava com este ato, acabou partindo para o modo mais convencional, passando à tentar consolar a sua amiga…

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[Para ler a história completa, faça o download em um dos links abaixo]

[Leitura online] Naty & Lana – parte #1aqui
[Download via Mediafire] Naty & Lana – parte #1aqui

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